Você tenta conversar
Tenta dizer.
Tenta ligar
Mas só o que escuta
É o sinal de "ocupado"
Na merda do celular.
Depois ele tenta se explicar
E você já não quer ouvir
Aquilo que tem a dizer
E nem você quer falar
O que tentou contar
Dai surge o ódio
Mesmo sem vontade
Pois você sabe que não consegue odiá-lo
Por mais que tenta, não consegue.
Desista, você perdeu.
Eu descobri o que você sente
Não é?
Você não confia em ninguém
Não quer abrir o jogo
Falar da sua vida
Esconde você de você mesma
Por medo de machucar alguém
Se lembre de que a vida é sua
E quem manda nela é você
E mais ninguém.
segunda-feira, 1 de março de 2010
diálogo
Pare de gritar.
Ninguem vai te escutar.
Esse eco que ouve.
Só ele pode te salvar.
Sobreviver do medo.
Nada disso vai mudar.
Escute o vento.
As portas batendo.
O imposivel insiti.
Pare de gritar.
Abra seus olhos.
Comece a correr.
Você só vai sobreviver.
Se acreditar em você.
Se eu não gritar
Quem vai me escutar?
Lembra de que não confio em ninguém
Preciso disse, Preciso sentir
Não posso abrir os olhos
Pois sei que vou cair
Esse pesadelo me corrói por dentro
Acaba comigo
E eu não vou deixar.
O sol toca sua pele.
Momento de prazer.
Olhe para o céu.
Veja as estrelas.
Como é bom sentir.
As coisas simples de sonhar.
Todo esse movimento social.
Não me comove.
Essa regra rígida.
Foi cortada com suas próprias mãos.
Os dias melhores chegaram.
Não a nuvens no céu.
Sorrir diante ao sol.
Isso me deixa em pé.
Isso me faz respirar.
Eu, nem sei a verdade
Não sei mais sobre mim
Muito menos da sociedade
Olha pro céu.
E me diga desde quando ele brilha assim
Não são todos os dias
E não vai ser comigo
Todos os dias em que estarei bem
Não sei respirar
Não sei mais andar
Deixei pra trás
Aquilo que não preciso mais
Não vejo o sol
Nem a lua
Sou completamente oculta.
Ninguem vai te escutar.
Esse eco que ouve.
Só ele pode te salvar.
Sobreviver do medo.
Nada disso vai mudar.
Escute o vento.
As portas batendo.
O imposivel insiti.
Pare de gritar.
Abra seus olhos.
Comece a correr.
Você só vai sobreviver.
Se acreditar em você.
Se eu não gritar
Quem vai me escutar?
Lembra de que não confio em ninguém
Preciso disse, Preciso sentir
Não posso abrir os olhos
Pois sei que vou cair
Esse pesadelo me corrói por dentro
Acaba comigo
E eu não vou deixar.
O sol toca sua pele.
Momento de prazer.
Olhe para o céu.
Veja as estrelas.
Como é bom sentir.
As coisas simples de sonhar.
Todo esse movimento social.
Não me comove.
Essa regra rígida.
Foi cortada com suas próprias mãos.
Os dias melhores chegaram.
Não a nuvens no céu.
Sorrir diante ao sol.
Isso me deixa em pé.
Isso me faz respirar.
Eu, nem sei a verdade
Não sei mais sobre mim
Muito menos da sociedade
Olha pro céu.
E me diga desde quando ele brilha assim
Não são todos os dias
E não vai ser comigo
Todos os dias em que estarei bem
Não sei respirar
Não sei mais andar
Deixei pra trás
Aquilo que não preciso mais
Não vejo o sol
Nem a lua
Sou completamente oculta.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
talvez
Hoje, amanhã.
Um novo dia, novo começo.
Pra tudo e pra todos.
Temos um novo sol, uma nova lua.
Amanhã tem o dobro, ou a metade.
Depende de você.
Depende de nós dois.
Um novo dia, novo começo.
Pra tudo e pra todos.
Temos um novo sol, uma nova lua.
Amanhã tem o dobro, ou a metade.
Depende de você.
Depende de nós dois.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
voltei
Vamos recomeçar...
Quer saber?
Vamos seguir daqui mesmo.
Todo mundo tem passado
Só eu que não vou ter?
Fingir que esqueci?
PRA QUE? Me digam pra que
E que vá tudo pro inferno.
To bem aqui sem você
Quer saber?
Vamos seguir daqui mesmo.
Todo mundo tem passado
Só eu que não vou ter?
Fingir que esqueci?
PRA QUE? Me digam pra que
E que vá tudo pro inferno.
To bem aqui sem você
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
eu não lembro.
Nem imagino
Como vim parar aqui
De que forma
De que maneira
Mal conheço as pessoas
Mal conheço a mim mesma
Só lembro de que já sofri demais.
Só lembro que já pensei demais.
Pra descobrir nada
Pra não lembrar de nada.
E deixar tudo em vão.
Assim fica minha folha, em branco.
Amanhã talvez, tentarei de novo.
Como vim parar aqui
De que forma
De que maneira
Mal conheço as pessoas
Mal conheço a mim mesma
Só lembro de que já sofri demais.
Só lembro que já pensei demais.
Pra descobrir nada
Pra não lembrar de nada.
E deixar tudo em vão.
Assim fica minha folha, em branco.
Amanhã talvez, tentarei de novo.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
ultima vez.
Vou escrever,
E deixar aqui.
Pra qualquer um que quiser
Ler sobre mim
Cada pedaço de mim
Escrevi aqui, talvez
Não volto mais.
Vou seguir meu caminho
Vou seguir aonde ir.
Deixo lembranças de todos
Com todo mundo que vi
Com todo mundo que convivi
Com todos que conheci
E com quem nunca vi
Um abraço e um sorriso pra cada um.
Já não estou mais aqui.
E deixar aqui.
Pra qualquer um que quiser
Ler sobre mim
Cada pedaço de mim
Escrevi aqui, talvez
Não volto mais.
Vou seguir meu caminho
Vou seguir aonde ir.
Deixo lembranças de todos
Com todo mundo que vi
Com todo mundo que convivi
Com todos que conheci
E com quem nunca vi
Um abraço e um sorriso pra cada um.
Já não estou mais aqui.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
tentarei.
Tentarei arrumar
Tentarei conseguir
Pra recuperar o tempo
Que perdi.
Vencerei meus medos
E principalmente
Perder o medo, de te perder
Pra qualquer um, pra alguém.
Pra refazer, preciso coragem.
Me dê esse tempo.
Por favor,
Não te deixei pra trás.
Apenas te guardei
Pra te abraçar depois.
Tentarei conseguir
Pra recuperar o tempo
Que perdi.
Vencerei meus medos
E principalmente
Perder o medo, de te perder
Pra qualquer um, pra alguém.
Pra refazer, preciso coragem.
Me dê esse tempo.
Por favor,
Não te deixei pra trás.
Apenas te guardei
Pra te abraçar depois.
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